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28 de Novembro de 2021

Marketing jurídico: o que é e como aplicá-lo no seu escritório com ética

Confira as novas diretrizes de Publicidade e Marketing jurídico da OAB e o que não fazer no ambiente digital.

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mês passado

É impossível falar sobre marketing jurídico e não pensar nas diversas possibilidades que ele oferece para o operador do direito. Por isso, o gestor do futuro deve aproveitar para expandir as fronteiras do segmento e pensar fora da caixa.

Afinal, ao colocar em prática estratégias digitais bem pensadas é possível expandir o negócio, trabalhar a marca, captar clientes e atingir metas significativas.

Você pode estar se perguntando, “como é possível aplicar o marketing digital no meu escritório com tantas proibições da Ordem dos advogados e Tribunais de Ética”?

Provavelmente, você já deve ter ouvido falar sobre as novas regras da OAB em relação à publicidade no direito. De fato, ainda existe muito receio quanto ao uso do marketing jurídico para advogados e é importante ter em vista o cumprimento dessas normas.

Mas antes de tudo, é importante salientar que o Marketing Digital é uma estratégia eficaz na divulgação de negócios jurídicos e é possível colocá-lo em prática sem ferir as regras de publicidade da OAB.

Ficou interessado em expandir seus conhecimentos dentro do marketing jurídico? Pois preparamos um artigo completo com as informações que você precisa saber sobre esse assunto. Vamos te explicar aqui o que é marketing jurídico, o que diz o código da OAB e como aplicar de forma prática comunicação estratégica e ética para prospectar novos clientes.

Conheça também algumas estratégias para começar a atuar em conformidade com a Justiça Digital! Vamos nessa?

O que é marketing jurídico?

Marketing jurídico é uma técnica de comunicação voltada para atração, prospecção e conversão de clientes dentro do segmento jurídico. Nesse sentido, o marketing jurídico pode ser aplicado por operadores do direito autônomos e/ou empreendedores que visam aumentar o seu crescimento através de comunicação estratégica, respeitando o Código de Ética da OAB.

Porém, o seu conceito vai muito além disso. O marketing jurídico também se preocupa em gerar boas relações e criar estratégias para o pós-venda. Sendo assim, o profissional que pratica corretamente o marketing jurídico também está em busca da sua consolidação como profissional do direito. Ou seja, ele quer ser visto como uma autoridade, uma referência no ambiente físico e digital.

De acordo com dados do Análise DNA, 90% dos grandes escritórios de advocacia investem em marketing interno. Além disso, o anuário Análise Advocacia de 2019, apontou que dos 211 escritórios mais admirados no Brasil, 92 possuem uma equipe de marketing para ajudar na melhoria da sua imagem e reputação.

Analogamente, isso só demonstra a força do marketing jurídico na era digital. Ele é uma espécie de mola propulsora para transformações disruptivas.

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Quais os benefícios do marketing jurídico para escritórios de advocacia e organizações jurídicas?

Os benefícios do marketing jurídico para escritórios de advocacia e organizações jurídicas são: competitividade no mercado, prospecção de clientes, foco no exercício da profissão, autoridade no meio jurídico, melhoria no relacionamento com o cliente, alcance de metas e objetivos do escritório. Confira!

Competitividade no mercado

Você tem dificuldade em se estabelecer no seu segmento? Saiba que antes de fechar um serviço, geralmente os clientes buscam informações sobre a empresa na internet. Por isso, é fundamental buscar mecanismos para se destacar de alguma forma.

Dessa forma, o marketing jurídico é a melhor forma para criar uma boa reputação no mercado. Você poderá trabalhar a imagem do seu escritório estrategicamente e isso fará com que mais clientes sejam atraídos.

Além disso, 88% dos executivos consideram a reputação do escritório como um fator determinante na hora da contratação dos serviços. Ademais, outros fatores são agilidade e habilidade em resolução de problemas, características que podem ser aprimoradas através de um software jurídico ou tecnologias de automação.

Conquistar mais clientes

O marketing jurídico permite que o seu escritório atinja mais pessoas e novos públicos propensos a fechar negócio com você. Há um tempo, o boca a boca era uma prática muito utilizada para a conquista de novos clientes. Muitos escritórios ainda utilizam essa estratégia, porém, já existe o auxílio do digital para esse objetivo.

Sendo assim, você saberá quem é o seu público e poderá entender quem são as pessoas que se comunicam com você. Aliás, ao utilizar a estratégia certa, você saberá criar um modelo de trabalho mais aproximado do que o seu cliente busca.

Foco no exercício da profissão

Seria ótimo focar na sua área de atuação e não se preocupar com divulgação, não é mesmo? Pois, escritórios de advocacia digital que investem em marketing jurídico já podem se preocupar com outras questões relativas a sua atuação.

Ou seja, eles poderão acompanhar os resultados, a partir de métricas calculadas por profissionais competentes. Em seguida, terão tempo para realizar pesquisa de jurisprudência, realizar o acompanhamento processual e cuidar do cumprimento de prazos dos processos.

Autoridade no meio jurídico

Ser visto como autoridade no ambiente jurídico é o grande objetivo de muitos profissionais do direito. Porém, essa não é uma tarefa nada fácil, pois requer dedicação e esforço.

À priori, as estratégias de marketing jurídico ajudam a fortalecer a empresa, e torná-la uma referência no mercado. Por esse motivo, é importante ter uma presença marcante nos sites, publicações especializadas, eventos, para assim gerar um network e ganhar boas avaliações e recomendações dos seus colegas.

Melhoria no relacionamento com o cliente

O foco do marketing jurídico é criar ou melhorar o relacionamento com o cliente. Sem dúvidas, não há como pensar a advocacia online, sem pensar no lado digital.

Porém, para atingir todo o seu potencial, é fundamental pensar em estratégias de planejamento e execução. Sendo assim, trabalhe em cima dos interesses do seu público para transformá-los de clientes a admiradores.

Atingir metas e objetivos do escritório

Investir em tecnologias é uma das melhores maneiras de acelerar o crescimento do escritório e alcançar as metas. Porém, é fundamental ter um planejamento estratégico baseado em objetivos tangíveis e colocar em prática ações que te coloquem mais próximo do que você deseja.

Ou seja, quanto mais alinhado você estiver com os objetivos do negócio, melhor será a sua estratégia de marketing jurídico.

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O advogado do futuro na era digital

Em 2020, a publicidade nas redes sociais ganhou força e se consolidou. Sendo assim, pudemos ver uma gama de produtos e serviços nas redes. Ou seja, a frase "quem não é visto não é lembrado" se encaixa perfeitamente nesse momento.

Porém, no caso dos advogados, essa situação é um pouco mais sensível. A cultura tradicional aliada ao código de ética da OAB trouxeram muitas dúvidas sobre as ações na internet.

Muito antes da pandemia, a advocacia pensava "eu preciso ter uma estrutura física". O direito lutava contra a digitalização nos escritórios e as relações eram marcadas pelo olho no olho e apertos de mão.

Porém, com as medidas de isolamento social, houve uma aceleração do desenvolvimento de tecnologias da informação e ferramentas digitais - de modo que - observamos uma migração do físico para o digital. Além disso, a virada de chave em relação ao covid-19 mudou a nossa relação com a advocacia.

O isolamento social veio mostrar que o contato físico não era algo indispensável. Muito pelo contrário, ele ainda é importante, mas, não mais como o fator primordial para a sobrevivência dos escritórios de advocacia.

Por isso, o marketing jurídico se tornou uma realidade para os advogados que não estavam na internet. Essa foi a forma encontrada para se adaptar ao digital, conquistar autoridade e tornar-se uma referência na internet.

Sendo assim, o advogado online dispõe de outras oportunidades para potencializar sua profissão. Hoje ele precisa lidar com outras situações, além de atender clientes, realizar um atendimento impecável e organizar suas atividades.

Vale dizer que o marketing de conteúdo é o pilar principal para a construção do marketing jurídico. Mas a base de toda estratégia digital se inicia na análise de dados jurídicos!

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Marketing jurídico: uma poderosa ferramenta de análise de dados

É sabido que escritórios de advocacia já podem fazer uso de ferramentas digitais que fornecem dados e informações importantes para o crescimento do negócio. Sendo assim, termos como "data driven" ou inteligência de dados são utilizados no marketing jurídico para a análise e tomada de decisões estratégicas.

O Google Analytics, por exemplo, oferece uma infinidade de informações e facilita a extração de dados. Através da ferramenta, é possível observar a quantidade de acessos num site, quais as páginas mais acessadas, entre outras funcionalidades. Além disso, ele permite a automação e personalização que facilitam o controle de dados e estatísticas do site do seu negócio.

Mas se a sua empresa utiliza ferramentas para envio de conteúdo através de e-mail marketing, você também poderá ter informações robustas e relatórios fornecidos. Ou seja, esses são apenas alguns exemplos de dados que já estão disponíveis no seu escritório de advocacia e que podem te orientar nas estratégias de marketing jurídico.

Então, você utiliza dados precisos na tomada de decisões da organização jurídica ou escritório de advocacia? Através do Legal Analytics, gestores e advogados já podem atuar de maneira estratégica, tanto nos processos internos, quanto nas ações judiciais. Ou seja, essas ferramentas são imprescindíveis para a advocacia 4.0 e a relação entre direito e tecnologia.

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O que é o Legal Analytics?

Legal Analytics é um termo que se refere à aplicação de estratégias digitais na prática jurídica, com base na análise de dados. Essa inserção é feita através da inteligência artificial ou melhor dizendo, do Business Intelligence aplicado ao direito.

O objetivo é munir os profissionais de direito e gestores de dados precisos para facilitar a aplicação de leis, gerenciamento interno e decisões judiciais. Ou seja, a função é desenvolver estratégias jurídicas que sejam mais assertivas.

O Legal Analytics fornece ferramentas importantes ao advogado que atua em organizações jurídicas ou escritório de advocacia, como:

Pesquisa jurídica

A pesquisa jurídica é uma das principais atividades da rotina do profissional de direito. Porém, é preciso identificar as informações e os fatos relevantes na hora de elaborar a argumentação jurídica.

O Legal Analytics fornece:

  • Análise mais precisa dos processos;
  • Capacidade de analisar um volume grande de informações;
  • Estratégias legais mais eficazes;
  • Aumento da produtividade;
  • Redução de erros;
  • Tomada de decisões com base em informações mais seguras;

Por isso, é muito importante que advogados utilizem ferramentas que sejam seguras e fáceis de usar. Por exemplo, o Jusbrasil PRO se apresenta como uma ferramenta essencial para o exercício do direito, pois oferece autonomia ao advogado e uma maior precisão na construção argumentativa, através de um acervo completo de jurisprudências, que reúne 560 sistemas de tribunais e pré-formatamos mais de 40 milhões de ementas.

Análise preditiva e Jurimetria

O Legal Analytics também é utilizado em ferramentas que realizam análises que preveem padrões em assuntos judiciais e tendências que auxiliam a decisão de advogados em ações judiciais.

Insights de negócios para escritórios de advocacia:

Essas ferramentas ajudam no monitoramento de KPIs, entre outras métricas necessárias para o crescimento do negócio. Ou seja, os dados recolhidos vão servir de base para verificar a efetividade de determinada estratégia digital.

Informações eletrônicas

As ferramentas que auxiliam na busca automatizada de documentos e processos através da gestão eletrônica de documentos. Ou seja, o Legal Analytics ajuda na mineração dos dados para que o advogado tenha mais assertividade e encontre as informações que busca.

Marketing jurídico

Aqui o Legal Analytics nos ajuda a entender a posição do negócio dentro do mercado do direito, qual o seu cliente ideal e as estratégias que devem ser utilizadas. Ou seja, através da análise de dados qualificáveis, o escritório poderá entender como vai a sua estratégia e os resultados das suas ações.

O que diz a LGPD em relação aos dados pessoais no marketing jurídico?

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais:

“dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural”. - Art. 1º

A LGPD estabeleceu uma série de regras no que tange à proteção de dados na publicidade e marketing jurídico. Mas, o profissional do marketing deve atentar-se a dois aspectos da lei no momento de realizar o marketing jurídico:

Transparência

Os titulares têm o direito de saber qual o tratamento será dado às informações cedidas às empresas. Sendo assim, a transparência torna-se um fator fundamental para garantir que o usuário esteja assegurado de que seus dados não estarão nas mãos de terceiros.

Base legal para tratamento

Qualquer ação de marketing deve utilizar uma base legal. Isso quer dizer que o usuário deve consentir que o escritório envie e-mails com informativos, entre outras comunicações. Isso vale para outros tipos de serviços de marketing, como redes sociais, e-mails, cookies em sites institucionais, publicidade paga no Google ADS, etc.

E porque é importante estar em conformidade com a LGPD?

É importante estar em conformidade com a LGPD para evitar problemas futuros na gestão do escritório. Por isso, esteja atento à elaboração das métricas que contenham dados de usuários, entre outras ações.

Vale salientar que o Brasil é o segundo país que passa mais tempo em atividades online, totalizando uma média de 10 horas diárias. Esse dado é do relatório We Are Social 2021 que revela que a média mundial é de quase 7 horas por dia.

Essa informação revela a importância de intensificar os cuidados com a privacidade de dados e a segurança da informação. A partir dela, empresas dos setores público e privado precisaram se adequar ao tratamento dos dados pessoais dos seus clientes.

Aliás, segundo a legislação, o CPF, nome completo e até mesmo o IP do computador pessoal são considerados dados pessoais. Ainda existem os chamados dados sensíveis, que revelam posicionamentos políticos, orientação sexual, religiosa e diversidade de gênero.

Enfim, a adequação à LGDP nos ajuda a pensar em novas técnicas e paradigmas de difusão do conteúdo. É a partir dela que aconteceu uma atualização comunicacional, no qual o foco está na qualidade do conteúdo e na ética, essencial para o escritório do futuro.

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E o que diz o código de ética da OAB acerca da publicidade no meio jurídico?

Recentemente, o Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) alterou algumas regras que dizem respeito a utilização de estratégias do "marketing jurídico" por profissionais da área. A proposta é regulamentar o uso da publicidade em escritórios de advocacia e organizações jurídicas.

As diretrizes também alteram as normas atuais que regem a publicidade dentro do segmento e modificam as informações do Provimento nº 94 de 2000, sendo substituído pelo Provimento nº 205 de 2021. A legislação afirma que:

“É permitido o marketing jurídico, desde que exercido de forma compatível com os preceitos éticos e respeitadas as limitações impostas pelo Estatuto da Advocacia, Regulamento Geral, Código de Ética e Disciplina e por este Provimento”. - Art. 1º.

Nesse novo provimento são estabelecidos os conceitos de publicidade e os limites do marketing de conteúdo jurídico. Dos critérios estabelecidos, o principal deles é que a publicidade no direito seja utilizada de forma ética e não mercantilizada. Como afirma o art. 3º do provimento 205:

“A publicidade profissional deve ter caráter meramente informativo e primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão, sendo vedadas as seguintes condutas:

I - referência, direta ou indireta, a valores de honorários, forma de pagamento, gratuidade ou descontos e reduções de preços como forma de captação de clientes;

II - divulgação de informações que possam induzir a erro ou causar dano a clientes, a outros (as) advogados (as) ou à sociedade;

III - anúncio de especialidades para as quais não possua título certificado ou notória especialização, nos termos do parágrafo único do art. - A do Estatuto da Advocacia;

IV - utilização de orações ou expressões persuasivas, de autoengrandecimento ou de comparação;

V - distribuição de brindes, cartões de visita, material impresso e digital, apresentações dos serviços ou afins de maneira indiscriminada em locais públicos, presenciais ou virtuais, salvo em eventos de interesse jurídico”. - art. 3º.

Quais as limitações legais no marketing jurídico, segundo a OAB?

As limitações legais da OAB que regularizam a prática do marketing jurídico digital são:

#1 Anunciar no rádio ou na TV

Se você já quis anunciar os serviços do seu escritório de advocacia na televisão ou no rádio, afaste agora mesmo essa ideia. Isso porque essa situação poderia ser injusta com os pequenos negócios, uma vez que apenas grandes escritórios poderiam realizar publicidade nos veículos maiores.

#2 Promover serviços alheios à área jurídica

Eventos são ótimas oportunidades de fazer network, conhecer outros pensamentos e ampliar as oportunidades. Porém, eventos fora da área jurídica são proibidos. Ou seja, não é uma boa ideia promover seus serviços de direito ambiental numa feira de adoção de animais.

#3 Utilizar expressões comuns à atividade comercial

Expressões como "Ligue Agora" ou "Não perca a oportunidade" também devem ser evitadas. Isso porque elas são muito utilizadas no varejo.

Segundo a OAB, essas expressões ferem a sobriedade relativa à profissão. Ou seja, você deve evitar esses tipos de frases no seu material promocional, blog ou site.

#4 Divulgar o preço dos serviços

Também não é permitido divulgar o preço e os honorários advocatícios. Certamente, essa é uma informação que deve ser dada numa consulta com o advogado. De acordo com as regras, essa tática poderia banalizar a profissão e causar uma guerra de preços entre os profissionais.

#5 Oferecer consultas grátis pelo site

Embora o site seja uma ferramenta incrível para divulgação do escritório, existem algumas restrições que devem ser respeitadas. Uma delas é a prática de oferecer consultas grátis.

Sem dúvidas, isso está totalmente fora do que é previsto pela OAB. Mas, caso queira, você poderá oferecer um conteúdo gratuito, como e-books educativos e incentivar o visitante a buscar mais informações.

#6 Usar fotos dos tribunais

Utilizar imagens de prédios e tribunais podem gerar uma confusão no cliente. Por isso, é importante que você se mantenha neutro em relação ao uso de imagens de tribunais. Utilize bancos de imagem que sejam gratuitos, caso vá realizar alguma publicação.

Dica bônus: como potencializar a sua estratégia digital?

Mas afinal, como aliar outras estratégias ao marketing jurídico do meu escritório? É muito importante que você invista em estratégias de Growth Hacking e metodologias de atração para potencializar as suas ações. Vamos te dar algumas dicas de conteúdo interessantes!

Para auxiliar profissionais de direito e advogados iniciantes, o Jusbrasil convidou Chrissia Pereira - advogada especialista em Marketing Jurídico com Ética - para falar sobre 5 Hacks de Marketing de Atração que podem ser aplicados no seu negócio!

Segundo Chrissia, os 5 Hacks mais importantes são:

  1. Focar na criação de um escritório virtual;
  2. Investir em Marketing de Conteúdo;
  3. Seguir o Código de Ética da OAB de forma inteligente;
  4. Trabalhar a construção da imagem;
  5. Investir na melhoria da autoridade.

Ao longo desse artigo, destrinchamos sobre a importância de cada um desses hacks de atração. Mas vale salientar que é fundamental atuar com profissionais qualificados em marketing digital e análise de dados. Sem dúvidas, eles poderão indicar qual o melhor caminho para que o seu escritório alcance o sucesso!

>>>>Assista na íntegra à live 5 Hacks de Marketing de Atração para Advogados

Jusbrasil PRO: rumo ao futuro do direito

Já parou para pensar na infinidade de vantagens que as estratégias de marketing jurídico podem trazer ao seu escritório de advocacia? Sem dúvidas, essa é uma tecnologia poderosa para a atração de clientes e na melhora do posicionamento da empresa. Porém, é fundamental levar em consideração o que dizem a LGDP e o código de ética da OAB.

Além do marketing digital, outra forma de atrair clientes potenciais e otimizar o seu trabalho é através de tecnologias, como o Jusbrasil PRO.

O Jusbrasil PRO é uma tecnologia de busca jurídica, na qual você poderá ter acesso a um acervo completo através da aba de jurisprudência e ementas em tribunais de todo o país. São mais de 560 sistemas e 40 milhões de ementas disponíveis para você potencializar a sua atividade jurídica.

A tecnologia ainda oferece outra opção de plano, no qual você poderá realizar o acompanhamento processual de forma automática. Sendo assim, não será mais necessário designar algum funcionário do escritório para realizar essa tarefa exaustiva.

Ademais, você poderá otimizar as suas ações na internet e contar com o plus das funcionalidades oferecidas pelo Jusbrasil PRO. Então, o que falta para você promover uma mudança significativa no seu escritório de advocacia?

>>>> Conheça os planos de assinatura do Jusbrasil PRO para escritórios de advocacia

Escrito por

Liz Santana

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O Código de Ética e Disciplina foi instituído pelo Conselho Federal da Ordem
dos Advogados do Brasil, baseando-se nos princípios da conduta do profissional
advogado. Estes são traduzidos pelos seguintes mandamentos:
Lutar sem receio pelo primado da Justiça; pugnar pelo cumprimento da
Constituição e pelo respeito à Lei, fazendo com que o ordenamento jurídico
seja interpretado com retidão, em perfeita sintonia com os fins sociais a que
se dirige e as exigências do bem comum; ser fiel à verdade para poder servir
à Justiça como um de seus elementos essenciais; proceder com lealdade e
boa-fé em suas relações profissionais e em todos os atos do seu ofício;
empenhar-se na defesa das causas confiadas ao seu patrocínio, dando ao
constituinte o amparo do Direito, e proporcionando lhe a realização prática de
seus legítimos interesses; comportar-se, nesse mister, com independência e
altivez, defendendo com o mesmo denodo humildes e poderosos; exercer a
advocacia com o indispensável senso profissional, mas também com
desprendimento, jamais permitindo que o anseio de ganho material sobreleve
a finalidade social do seu trabalho; aprimorar-se no culto dos princípios éticos
e no domínio da ciência jurídica, de modo a tornar-se merecedor da confiança
do cliente e da sociedade como um todo, pelos atributos intelectuais e pela
probidade pessoal; agir, em suma, com a dignidade e a correção dos
profissionais que honram e engrandecem a sua classe. (BRASIL, 2016). continuar lendo

Ao final de 2015, a aprovação do novo código de ética da OAB restringiu ainda
mais o Marketing Jurídico. Dessa forma, as dificuldades surgem principalmente para
as novas bancas advocatícias que precisam se posicionar no mercado, mas não
podem desenvolver uma comunicação publicitária agressiva, devido a tais restrições,
que proíbem a vinculação de anúncios fora de publicações da área, distribuição de
materiais institucionais, entre outros. De acordo com o código de ética, Art. 39, “a
publicidade profissional do advogado tem caráter meramente informativo e deve
primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou
mercantilização da profissão”. continuar lendo

Atualmente, o Brasil possui cerca de 1308 faculdades de direito e cerca de 900
mil profissionais inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Vivendo este
cenário competitivo, escritórios de advocacia necessitam buscar novas formas de
manter contato com seu público, visando à captação de novos clientes de forma
assertiva e, principalmente, ética. continuar lendo

É possível concluir que existe pouca preocupação quanto à realização do
Marketing Jurídico para os escritórios. Além disso, alguns conceitos de ferramentas
de Relações Públicas não estão claros para serem aplicados e trazerem resultados
positivos para os escritórios.
Os escritórios questionados eram de pequeno porte. Como proposta de
trabalhos futuros, sugere-se realizar estudo e verificar as considerações de escritórios
de maior porte que possuem profissional responsável pelo marketing ou a Relações
Públicas. continuar lendo