jusbrasil.com.br
30 de Junho de 2022

Mitos e verdades sobre o uso da tecnologia jurídica na advocacia

Confira quais são os mitos e verdades que envolvem a relação da atividade do advogado com a tecnologia jurídica e a importância desse profissional.

Blog do Jusbrasil
Publicado por Blog do Jusbrasil
há 5 meses

Saber que no futuro, um robô poderá realizar as mesmas funções de um advogado te assusta ou te deixa intrigado? Aliás, existe algum fundamento que sustente a preocupação de ser substituído por máquinas?

A priori, especialistas acreditam que essa ideia pode se tornar real e alcançar as expectativas daquelas pessoas que não podem pagar por uma assessoria jurídica.

Segundo pesquisadores da Universidade do Oregon, nos Estados Unidos, algumas funções rotineiras em escritórios de advocacia já podem ser realizadas por sistemas de inteligência artificial. Sendo assim, o algoritmo pode realizar atividades como pesquisas de casos antigos, análise de dados jurídicos e aconselhamento de clientes.

No entanto, embora a presença de robôs em escritórios de advocacia seja um caminho iminente, ainda há muito receio de que esses recursos possam ameaçar o exercício da atividade jurídica como ela é conhecida.

Então, se você deseja compreender melhor sobre esse assunto, saiba nesse artigo quais são os mitos e verdades sobre o uso da tecnologia jurídica no Brasil. Mas antes disso, vamos nos debruçar sobre o conceito de Inteligência Artificial e entender como as transformações tecnológicas estão melhorando a atuação do advogado na era digital.

Confira!

>>>> Confira um Kit Completo de Transformação Digital para Escritórios de Advocacia

O que é tecnologia jurídica?

Tecnologia jurídica é um sistema ou ferramenta que utiliza a Inteligência Artificial ou Internet das Coisas para promover mais celeridade ao trabalho do advogado. Sendo assim, ela pode provocar a descentralização da atuação do profissional do direito, mantendo a qualidade dos serviços prestados.

Mas foi durante o período da pandemia que o direito estabeleceu novas formas de atuação através da tecnologia jurídica. Dessa maneira, foram criadas medidas pontuais para a manutenção dos serviços jurídicos e enfrentamento da Covid-19.

Por exemplo, o direito implementou o atendimento virtual, novos modelos de trabalho, entre outras ações importantes, que podem ser encontradas na 18ª Edição do Relatório Justiça em Números 2021.

No entanto, mesmo diante do fenômeno do big data, discussões sobre LGPD e cibersegurança, volta e meia o setor jurídico se depara com entraves e bloqueios acerca da utilização da tecnologia no direito. E esses questionamentos são cada vez mais latentes quando surge uma tecnologia ou uma nova pauta, como o metaverso e direito digital.

Assim, para entender melhor as transformações que ocorreram no direito nos últimos anos, precisamos aprofundar mais um pouco no conceito de inteligência artificial. Dessa forma, você entenderá porque não cabe mais a existência do conservadorismo e construção de barreiras entre tecnologia e direito.

O que é Inteligência Artificial?

inteligência artificial é uma tecnologia que permite que máquinas e sistemas simulem o pensamento humano, indo muito além de uma simples reprodução de tarefas repetitivas. Além disso, ela possibilita uma aprendizagem através da experiência.

Ou seja, as máquinas podem receber dados constantes para performar atividades que são realizadas pelos seres humanos.

A partir desse conceito, podemos pensar no surgimento dos robôs que possuem a capacidade de resolver problemas e tomar decisões de forma autônoma. Contudo, para que fique bem claro, a palavra "robô" não se refere especificamente a uma máquina que imita o corpo de outra pessoa.

Em suma, um robô com inteligência artificial pode ser considerado como um programa de computador que desempenha tarefas de forma similar a uma pessoa, com certas limitações. Ademais, eles não adoecem, não precisam dormir e muito raramente cometem erros.

Há alguns anos, o presidente da Google Larry Page, em entrevista ao The Financial Times, previu que futuramente 90% do trabalho manual seria realizado por robôs. Na época, segundo ele, “substituir homens por robôs é inevitável”.

Porém, Larry esqueceu-se de mencionar um fator primordial para que isso ocorra de fato: a capacidade do robô em estabelecer conexões e ter empatia. Ou seja, cai por terra essa afirmação, uma vez que somente o ser humano é capaz de entender o que o cliente deseja/precisa - de fato - e prestar o melhor serviço.

Mesmo assim, o medo da substituição segue como um dos maiores dilemas de vários profissionais do direito, sobretudo os mais conservadores e que se consolidaram antes mesmo da era digital. Entenda melhor.

O que é a inteligência artificial no direito?

Inteligência artificial no direito é a aplicação de tecnologias de IA no setor jurídico. Ou seja, isso acontece quando um sistema, programa, aplicativo ou máquina simulam o raciocínio de algum profissional.

Dentro dos escritórios de advocacia digital já é possível encontrar aplicativos que têm como função acompanhar o andamento de processos, realizar pesquisas de jurisprudência, bem como organizar os processos internos e fichas de clientes.

Mas, para além disso, existem ferramentas com outras funções, como aprender os modos de prolação de sentenças e comportamentos de juízes para se antever ao sucesso de um litígio.

Contudo, a utilização de uma tecnologia disruptiva no setor jurídico gera questionamentos entre os profissionais do direito. Dessa forma, o medo da substituição direta por máquinas e aumento do desemprego geram um clima de desconforto em ambientes que desconhecem os benefícios da tecnologia jurídica.

A saber, de acordo com um estudo realizado em 2017 sobre a possibilidade de substituição de certas profissões, a probabilidade do advogado ser trocado por um robô foi de 3,5%. Já a atividade do juiz teve 40% de chance de ser substituída pela IA.

Ademais, a educação foi trazida com um diferencial para que o profissional do direito não sofresse com a inserção da tecnologia jurídica.

Mesmo diante do exposto, ainda existem alguns mitos e verdades sobre a tecnologia jurídica e a inserção de ferramentas digitais no direito. Vamos destrinchar sobre cada um deles.

>>>>Baixe agora mesmo um kit completo com tudo sobre direito e tecnologia

Quais os principais questionamento dos advogados na relação entre direito e tecnologia?

Alguns dos principais questionamentos dos advogados na relação entre direito e tecnologia são:

  • A tecnologia irá substituir todas as atividades do homem dentro dos escritórios de advocacia?
  • O advogado precisará desenvolver novos conhecimentos em tecnologia para se manter no mercado?
  • O advogado será substituído por robôs?
  • O poder judiciário pode - de fato - se beneficiar da tecnologia jurídica ?
  • Os escritórios presenciais vão fechar após o advento do escritório no metaverso?
  • Preciso aprender sobre marketing jurídico para captar novos clientes?

Saiba o que é mito e o que é verdade na resposta para essas perguntas!

Mitos e verdades sobre a tecnologia jurídica

Certamente o mundo jurídico possui uma série de ressalvas quando se trata do uso de novas ferramentas digitais, automação e sistemas para escritórios de advocacia. Confira a seguir alguns mitos e verdades sobre a tecnologia jurídica para você que está na dúvida se deve investir ou não em tecnologia no seu escritório.

#1 A tecnologia irá substituir todas as atividades do homem dentro dos escritórios de advocacia?

MITO. A tecnologia tem substituído o homem em atividades burocráticas. Aliás, com a inteligência artificial no ambiente jurídico, algumas funções internas têm sido transformadas.

Certamente, hoje há a dispensabilidade do advogado em determinadas tarefas que podem ser automatizadas. Isso tem melhorado bastante nas questões da otimização do tempo, tem trazido maior praticidade e reduzido as burocracias.

Por exemplo, de acordo com estudo de John O. McGinnis e Russel G. Pearce, publicado na Fordham Law Review, serviços repetitivos como busca por jurisprudência e geração de documentos, como cartas e memorandos, serão facilmente substituídos pelas máquinas.

Desse modo, destacamos o artigo intitulado como The Great disruption: how machine intelligence will transform the role of lawyers in the delivery of legal services. Ele discute sobre a necessidade de inserção da tecnologia em atividades burocráticas, restando ao advogado participar de atividades que envolvam relacionamento.

Afinal, sabe-se que diversos tribunais e escritórios de advocacia estão utilizando a inteligência artificial para tornar a prestação de serviços jurídicos mais eficaz. Sendo assim, a automação de antigos procedimentos tem trazido uma vantagem competitiva a esses profissionais.

No entanto, é uma utopia dizer que a inteligência artificial irá substituir 100% das atividades do advogado. Afinal, para a concretização de diversas tarefas, é exigido a capacidade de argumentação e análise, habilidades inerentes aos seres humanos.

Ou seja, a inclusão de softwares jurídicos e tecnologias jurídicas é primordial em escritórios de advocacia. Contudo, nenhum sistema seria suficiente sem a movimentação humana para interpretar os dados jurídicos.

#2 O advogado precisará desenvolver novos conhecimentos em tecnologia?

VERDADE. É crucial compreender que na advocacia 4.0, os profissionais do direito desenvolvem novas habilidades tecnológicas. Afinal, o objetivo é buscar o sucesso através do domínio da tecnologia e inovação nos serviços jurídicos.

Por esse motivo, o advogado online deve ampliar os seus horizontes e suas capacidades nesse novo contexto social. Ou seja, ele deve utilizar o tempo para desenvolver soft skills para implementar novas soluções à sua rotina.

Certamente, a tecnologia estará a favor daqueles que estão dispostos a aprender. Mas existem outras habilidades solicitadas ao profissional do século XXI, segundo explica o relatório do Fórum Econômico Mundial.

De acordo com o levantamento, as 15 habilidades que serão solicitadas até 2025 e que o advogado deve estar atento são:

“1. Pensamento analítico e inovação

2. Aprendizagem ativa e estratégias de aprendizado

3. Resolução de problemas

4. Pensamento crítico

5. Criatividade

6. Liderança

7. Uso, monitoramento e controle de tecnologias

8. Programação

9. Resiliência, tolerância ao estresse e flexibilidade

10. Raciocínio lógico

11. Inteligência emocional

12. Experiência do usuário

13. Ser orientado a servir o cliente (foco no cliente)

14. Análise e avaliação de sistemas

15. Persuasão e negociação”

Com isso, é possível perceber a importância da atualização no ambiente jurídico. Ou seja, tudo o que envolve tomada de decisão, raciocínio, interação e comunicação não pode ser executado ainda pela tecnologia.

#3 O advogado será substituído por robôs?

MITO. Primeiramente, para que um robô possa substituir um advogado, seria necessário que ele desenvolvesse um senso crítico aguçado. Além disso, seria fundamental a capacidade de persuasão que somente o advogado possui.

Em outras palavras, o robô não teria a capacidade de se posicionar diante de alguma subjetividade. Outrossim, ele não poderia inserir seu juízo de valores para defender uma causa e ser convincente para os ouvintes.

Obviamente, já existem robôs que atuam em diferentes áreas do direito. É o caso do robô Ross, um sistema que consegue interpretar leis, ouvir e linguagem humana e rastrear 10 mil páginas num segundo, além de formular respostas de forma mais rápida que um profissional.

O primeiro robô-advogado do mundo foi criado em 2016 pela startup canadense Ross Intelligence. Desde a sua criação, ele atuou como assistente de pesquisa jurídica, respondendo a questões simples. Porém, a medida que o sistema for utilizado, mais precisas serão as suas respostas.

Ademais, vale dizer que os algoritmos desse sistema permitem a identificação das partes envolvidas no julgamento, dos tribunais e a ideologia do juiz. Ademais, a tecnologia ainda consegue identificar novas leis e interpretar jurisprudências.

Portanto, um robô é perfeitamente capaz de auxiliar o trabalho do advogado. Contudo, será preciso anos de investimento em tecnologias para que esse sistema chegue perto de roubar a efetividade de um profissional do direito.

#4 O poder judiciário pode se beneficiar da tecnologia jurídica?

VERDADE. A busca pela tecnologia aliada à Justiça Digital abriu campo para a incorporação de novas ferramentas que garantem a qualidade no atendimento à população. E a inteligência artificial teve um papel importante nesse processo de atualização do sistema judiciário brasileiro.

Como é possível verificar no Relatório Justiça em Números CNJ 2021, durante a pandemia houve a implementação do juízo 100% digital, da Justiça 4.0, entre outros instrumentos tecnológicos que auxiliam o exercício da justiça.

Essas transformações possibilitam a resolução de conflitos, reduziram os custos dos tribunais e trouxeram mais segurança informacional e celeridade aos processos judiciais.

Sendo assim, tribunais de todo o país tiveram que se adaptar à nova realidade e promover mudanças estruturais. É o caso do TJRJ, que se manteve produtivo na pandemia e atingiu o nível de 100% de produtividade por conta da tecnologia.

Segundo o Desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro:

"Nós temos avançado bastante na parte da tecnologia, reorganizando o tribunal com equipamentos, estrutura tecnológica que dê maior serenidade ao julgamento, com mais qualidade e confiabilidade. Além de, com essa tecnologia, fazermos com que o tribunal tenha mais sintonia com as orientações jurisprudenciais, tanto do Supremo Tribunal Federal (STF), quanto Superior Tribunal de Justiça (STJ) [...]", diz.

O desembargador relata também sobre a importância dos investimentos na inteligência artificial e na contratação de robôs para uso jurisdicional. Além disso, ele fala sobre a adesão positiva do TJRJ ao projeto 4.0, criado pelo CNJ. Para Henrique:

“A justiça hoje em dia tem que conversar, tem que escutar, tem que falar, tem que estar próxima da sociedade. Toda a prestação jurisdicional é voltada para a coletividade. Se nós não mantivermos contato com ela, não saberemos o que ela quer, nós não vamos prestar uma boa jurisdição”, conclui.

#5 Os escritórios presenciais vão fechar após o advento do escritório no metaverso?

MITO. Certamente o fenômeno atual do metaverso está causando várias dúvidas em profissionais do direito. E um desses questionamentos é se há a possibilidade dos escritórios físicos fecharem e a atividade do advogado se concentrar apenas no ambiente virtual.

Embora os escritórios de advocacia estejam se preparando para atuar no metaverso, segundo especialistas, essa é uma realidade que deve demorar para acontecer. Isso porque primeiramente há a necessidade de entendimento sobre como funcionam os diferentes modelos de negócio nessa nova realidade.

Além disso, a legislação brasileira atual não está preparada para a implementação do metaverso. Mas, “não há dúvidas de que os escritórios de advocacia serão não apenas praticáveis como necessários [no metaverso], caso a nova tecnologia logre êxito”, diz Luiza Sato, advogada do escritório ASZB Associados.

A saber, a OAB não instituiu nenhuma regra sobre o metaverso e outras relações virtuais recentes. Mas, segundo o provimento 205/2021 sobre publicidade online, advogados podem utilizar as redes sociais para fazer publicidade e impulsionar seus conteúdos, desde que não realizem a oferta de serviços jurídicos.

“Essas repercussões [do metaverso] ganham uma complexidade maior quando avançamos em questões fundamentais, como as leis e os foros a serem aplicados”, diz Márcio Chaves, do escritório Almeida Advogados.

Ademais, segundo Renato Opice Blum, especialista em Direito Digital, ainda não é possível abrir escritórios no metaverso. Ele ainda relembra a TED da OAB/SP, que decidiu pela não criação de um escritório jurídico no "Second Life", e diz:

"a presença nesse novo ambiente deve ser de forma moderada, respeitosa, técnica, dentro dos limites do provimento 205 (...) por ser uma plataforma nova, toda cautela é bem-vinda", afirma o advogado.

Então pode ficar despreocupado, pois mesmo com a implementação dos escritórios no metaverso, não há a possibilidade dos escritórios físicos fecharem.

#6 Preciso aprender sobre marketing jurídico para captar novos clientes?

VERDADE. Para gerenciar o seu escritório do futuro, será preciso muito mais do que ter conhecimentos na área do direito. Até porque hoje em dia, o mercado requer profissionais com expertise em contabilidade, atração de clientes e marketing.

Sendo assim, aprender marketing jurídico é uma das habilidades mais importantes para o advogado do futuro. Além de impulsionar a imagem do seu negócio, você poderá atrair os clientes certos e se destacar no seu segmento.

No entanto, o marketing do seu escritório não deve ser aleatório. Ou seja, deve-se ter muito cuidado para não ferir o Código de Ética da OAB. Em seguida, é fundamental ter um planejamento e estratégias bem pensadas com base em experimentos que estejam baseados em dados.

>>>>Veja também: 32 conteúdos para aperfeiçoar sua atuação tecnológica no segmento jurídico

Como se preparar para a advocacia 4.0?

Antes de tudo, é fundamental estimular todos, sejam advogados, juristas, consultores, clientes ou políticos, a uma nova mudança de mentalidade. Ou seja, estar aberto às novas tendências para o mercado jurídico pode ajudar a assimilar as transformações de forma mais rápida.

Em seguida, assim como em qualquer outra área, é importante entender que a automação, inteligência artificial e outras tecnologias não irão trazer prejuízos à economia ou aumentar o desemprego. Deve-se entender essas soluções como aliadas ao desenvolvimento de estratégias mais assertivas dentro do direito.

Afinal, como já mencionamos anteriormente, as transformações tecnológicas tornarão os serviços jurídicos mais acessíveis a todos. Além disso, elas ajudarão a qualificar o advogado 4.0 nas suas atividades rotineiras.

Por isso, o ideal é buscar um entendimento de como o cenário atual tem funcionado e aproveitar o tempo para se atualizar. Sem dúvidas, essa é a oportunidade perfeita para empreender e criar soluções que atendam às demandas do seu cliente e as expectativas do seu escritório como empresa.

Por isso, se você está preocupado se as máquinas um dia irão dominar o mundo e roubar os empregos das pessoas, sobretudo dos advogados, pode dormir sossegado. Certamente, essa história só acontecerá em livros e filmes de ficção.

E você já pensou em adicionar mais inteligência aos processos do seu escritório de advocacia? Se a resposta for positiva, saiba porque o Jusbrasil PRO é a melhor opção para você se destacar no ambiente jurídico.

O futuro do direito é digital!

Não há dúvidas de que o futuro do direito seja digital. Aliás, os avanços tecnológicos que vemos no setor jurídico resultam de uma mudança de comportamento que levou anos para acontecer.

Porém as descobertas são cumulativas e certamente as próximas gerações seguiram avançando mais alguns passos. Ou seja, dentro da advocacia, as máquinas serão sempre transformadas a fim de melhorar as condições de trabalho do advogado e propiciar a ele mais autonomia.

Dessa forma, hoje já podemos contar com Lawtechs e Legaltechs que desenvolvem soluções tecnológicas para profissionais jurídicos. Como o Jusbrasil PRO, que agiliza a pesquisa de jurisprudência e oferece uma base digital de dados jurídicos.

Desde o início, a Legaltech Jusbrasil se preocupou em tornar o acesso à informação jurídica mais simples, através de uma fonte confiável e precisa.

Não é à toa que o Jusbrasil PRO é considerado um dos melhores sistemas para escritórios de advocacia para 2022. Afinal, ele alia tecnologia de ponta com um acervo apurado e completo de informação jurídica.

Ademais, com o Jusbrasil PRO você ganha uma economia de tempo e aumento da produtividade, além de poder contar com dois planos essenciais aos advogados, que é a Pesquisa de jurisprudência e o Acompanhamento processual.

Então, quer saber mais sobre os planos?

>>>>Clique aqui e conheça os planos de assinatura do Jusbrasil PRO e tenha a tecnologia como uma alidada na sua atuação jurídica

Escrito por

Liz Santana

Informações relacionadas

Luiza Klein Haas, Estudante de Direito
Artigoshá 5 meses

Qual a responsabilidade do banco pelo cartão de crédito clonado?

BLOG Anna Cavalcante, Advogado
Notíciashá 5 meses

Teses de Repercussão Geral fixadas em 2021 pelo Supremo - Parte 4

Alessandra Strazzi, Advogado
Artigoshá 5 meses

Prescrição na Pandemia: Como a Lei 14010 de 2020 pode afetar as Revisões de Benefícios Previdenciários

BLOG Anna Cavalcante, Advogado
Notíciashá 5 meses

Teses de Repercussão Geral fixadas em 2021 pelo Supremo - Parte 2

Quem pode ser considerado agente de tratamento de dados?

1 Comentário

Faça um comentário construtivo para esse documento.

Não use muitas letras maiúsculas, isso denota "GRITAR" ;)

E exelente continuar lendo