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30 de Junho de 2022

Cultura data driven em escritórios de avocacia: tudo que você precisa saber

Saiba como tomar decisões estratégicas mais inteligentes no seu escritório de advocacia ao implementar uma cultura data driven ao seu negócio.

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Publicado por Blog do Jusbrasil
há 4 meses

Já imaginou ter a segurança para tomar decisões importantes, com base em dados estruturados e assim alcançar resultados expressivos no seu escritório? Esse pensamento resume bem o cerne do que é a cultura data driven aplicada ao direito. Se você ficou curioso para saber como isso é possível, então esse texto é para você!

Afinal, é comum que operadores do direito se deparem diariamente com questões como:

"Quais as chances eu tenho de ganhar uma causa?"
"Vale a pena recorrer ou devo fazer um acordo?"
"O que dizem determinados tribunais ou juízes sobre um tema específico?"

De fato, contar apenas com a sua vasta experiência e intuição não é o suficiente para responder a essas perguntas. Contudo, saiba que atualmente advogados já podem recorrer tecnologia e ciência de dados para ter acesso a respostas estratégicas, utilizando a probabilidade e dados estatísticos aplicados ao mundo jurídico e imergir na cultura data driven em seu dia a dia.

É através da Inteligência Artificial aplicada à Jurimetria, que os profissionais jurídicos conseguem ter ainda mais insights, interpretar e analisar os dados jurídicos, além de desenvolver ações mais eficientes.

Não por acaso, a pesquisa 100 Data and Analytics Predictions Through 2021 da Consultoria da Gartner, aponta que mais de 90% dos dados produzidos nos últimos 3 anos não foram utilizados de forma correta. Isso porque muitas empresas ainda não estimulam uma cultura interna orientada por dados.

Ora, evidencia-se, portanto, que empresas que investem numa cultura data driven conseguem desenvolver estratégias mais sofisticadas, baseadas em dados tangíveis, de modo a gerar inteligência para seu negócio, maximizar a qualidade dos serviços prestados e aumentar a satisfação dos seus clientes.

Por isso, preparamos aqui um conteúdo completo para você tirar suas dúvidas sobre esse tema e otimizar as ações dentro do seu escritório do futuro. Veja!

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O que é Data Driven?

Data Driven é um conceito que se refere aos processos orientados por dados. Ou seja, é quando a empresa utiliza a análise de informações para basear suas tomadas de decisões. Assim, a organização terá táticas mais precisas para seu negócio e poderá se antecipar a problemas e tendências.

Além disso, o termo surgiu como uma espécie de extensão da ciência de dados, um campo do conhecimento que faz uso de algoritmos e métodos que transformam dados em informações, que geram insights.

O mundo corporativo já conhece bem o data driven. Aliás, o mercado está recheado de ferramentas como Inteligência Artificial, Big Data e Machine Learning, que obtêm insights a partir do cruzamento e interpretação de dados.

Mas você deve estar se perguntando qual a relação do data driven com a Justiça Digital? Entenda a seguir porque esse conceito deve ser incorporado aos escritórios de advocacia.

O que é Cultura Data Driven?

Cultura data driven é uma prática que coloca os dados no centro das principais ações e decisões de uma empresa. Também conhecida como "cultura orientada por dados", ela ganha importância nas estratégias internas e faz com que as instituições fundamentem suas decisões com base em informações.

Sendo assim, a tomada de decisão orientada pela intuição e experiências passadas é substituída por dados reais e informações precisas. Mas para que essa cultura seja fortalecida na sua gestão jurídica, será necessário adotar tecnologias de ponta para estabelecer métodos de coleta e análise de dados. Ou seja, o advogado 4.0 precisa entender sobre:

  • Big Data;
  • Business Analytics;
  • Business Intelligence.

Por isso, é importante que você entenda que implementar uma cultura data driven analytics no seu escritório pode melhorar o seu desempenho. É o que afirma pesquisa intitulada "Strength in Numbers: How Does Data-Driven Decision-making Affect Firm Performance?", desenvolvida pela Universidade da Pensilvânia e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

No levantamento, foram investigados os investimentos em tecnologia da informação e as práticas de negócios de grandes empresas de capital aberto. Em seguida, percebeu-se que as empresas que implementaram uma cultura data driven nas decisões internas aumentaram a lucratividade e a produtividade, além de gerarem mais valor de mercado para seus negócios.

Então, podemos afirmar que a cultura data driven é uma forma de gestão racional, no qual é possível identificar soluções para problemas reais a partir de dados objetivos. Ficou curioso? Entenda melhor os seus fundamentos mais adiante.

>>>>Veja também: 32 conteúdos para aperfeiçoar sua atuação tecnológica no segmento jurídico

Quais os fundamentos da Cultura Data Driven?

Os fundamentos da cultura data driven são a democratização dos dados, a governança de dados e a garantia da qualidade das informações. Confira!

Democratização dos dados

Quando falamos em democratização dos dados, nos referimos a torná-los mais acessíveis. Ou seja, no caso do direito, os dados jurídicos estruturados devem ser transparentes e de fácil compreensão a todos os departamentos e colaboradores do escritórios de advocacia.

Governança de dados

A governança de dados se refere ao tipo de gestão utilizada pela empresa. Ou seja, o escritório data driven deve criar um fluxo para que essas informações possam fluir de forma igual para todos.

Garantia da qualidade das informações

Além de democratizar os dados e melhorar uma governança efetiva, é fundamental que essas informações sejam consistentes, reais e confiáveis. Sendo assim, é fundamental garantir que os dados utilizados sejam de qualidade, pois eles serão utilizados em estratégias na gestão empresarial.

Como a Cultura Data Driven é aplicada na gestão de crise?

A cultura data driven é aplicada na gestão de crise auxiliando as empresas na antecipação de cenários desafiadores através da análise de dados.

Diariamente, escritórios de advocacia digital precisam lidar com situações extremamente desafiadoras. Por isso, a cultura data driven é uma importante ferramenta para empresas que desejam minimizar ou até mesmo evitar impactos internos e se antecipar diante de novos eventos.

Ou seja, ao invés de ser vítima dos acontecimentos, você encontrará facilmente novas oportunidades e soluções para a sua empresa. Ou seja, você conseguirá lidar com imprevistos e terá um diferencial competitivo diante dos seus concorrentes.

A boa notícia é que as empresas brasileiras são líderes em investimento de dados para tomada de decisões data driven, segundo IDC, multinacional referência em data analytics. Entre os benefícios encontrados, 90% dos gestores perceberam uma melhora no lucro de 24%, além da melhoria na eficiência operacional (21%) e aumento da receita (23%).

Certamente, você já deve ter percebido que a cultura data driven é um grande aliado para o seu escritório. Por isso, veja a seguir alguns exemplos de empresas que já inseriram esse sistema internamente.

O que ocorre após a implementação da cultura data driven em empresas?

Após a implementação da cultura data driven em empresas, é possível verificar a:

  1. Otimização de processos internos e comerciais, no qual o tempo de execução é reduzido e o uso dos recursos é melhorado;
  2. Geração de valor para o serviço ou produto final, onde a empresa consegue compreender as necessidades dos seus clientes e investir nos produtos ou serviços;
  3. Segmentação de clientes, através da criação de estratégias personalizadas para cada tipo de cliente.
  4. Insights estratégicos e tomada de decisões, através da coleta dos dados coletados e tratados no Big Data.

Sabe-se que o data driven utiliza números e algoritmos que auxiliam nas estratégias e identificam elementos que geram uma melhor experiência ao usuário. Dessa forma, ele pode ser utilizado para gerar leads, fortalecer a marca, promover produtos e serviços além de melhorar o atendimento ao cliente.

Aliás, revela-se elementar salientar que muitas empresas conhecidas nacionalmente já aplicam técnicas, processos e ferramentas da cultura data drive para potencializar os seus negócios. É o caso do Itaú e o exemplo da grande Batalha de Dados.

Em suma, o banco promove uma maratona entre profissionais com o objetivo de desenvolver soluções aos problemas internos das empresas através de dados. A ideia trouxe um retorno financeiro de R$ 322 milhões à empresa e possibilitou o entendimento da importância do cliente para melhorar os serviços prestados pela instituição bancária.

Não por acaso, outras empresas como Spotify, Marvel e Netflix também estão inserindo uma cultura data driven nas suas estratégias. Ou seja, elas estão utilizando dados captados dos seus clientes para realizar diagnósticos, mapeamento de dados e promover a tomada de decisões mais direcionadas.

Cultura Data Driven no Brasil: uso de dados na advocacia brasileira

A advocacia brasileira está passando por um momento de reformulação desde os últimos anos e o advogado tem sido desafiado constantemente a criar um novo mindset para a sua atuação profissional. Além disso, a jurimetria aliada à Inteligência Artificial e à cultura Data Driven tem apoiado o conceito do que chamamos de advocacia 4.0, mais focada em dados, pessoas e resultados através da criatividade, inovação e visão empresarial.

Contudo, conciliar a cultura data driven com a privacidade de dados segue como um dos principais desafios dos escritórios de advocacia. Com a criação do marco civil e posteriormente a entrada da Lei Geral de Proteção de Dados ( LGPD), agora as empresas precisam ter um cuidado maior com os dados dos seus clientes. Não é à toa que os dados pessoais são considerados o novo petróleo.

Ademais, no início de 2021 saiu uma notícia sobre o megavazamento de informações pessoais de 223 milhões de brasileiros. Foram divulgados dados como CPF, data de nascimento, nome, sexo e até mesmo CNPJ de pessoas vivas e falecidas.

Esse fato levantou a necessidade de se discutir sobre a importância da educação digital e cibersegurança dentro da cultura data driven que estamos inseridos. Sendo assim, não basta apenas investir numa cultura data driven sem lidar com esses pormenores.

Mas essa discussão ainda é recente no Brasil, como explica Fabrício Mota, advogado e especialista em Direito Digital:

"Isso tudo faz parte de um amadurecimento do cidadão e da sociedade de modo geral. O direito à privacidade surgiu há pouquíssimo tempo, há 130 anos que surgiu essa percepção que temos o direito de ter nossa vida privada protegida", diz Fabrício.

Ou seja, isso significa que o país caminha a passos lentos quando se trata da relação entre cultura data driven e privacidade de dados.

>>>> Saiba tudo sobre LGPD e saiba como proteger os dados dos seus clientes

O que é ser um Advogado Data Driven?

Ser um advogado data driven é utilizar os dados disponíveis para tomar decisões mais inteligentes e propor soluções baseadas em números concretos. Dessa forma, o profissional deverá observar as inovações tecnológicas que estão ocorrendo no ambiente jurídico.

Segundo artigo escrito por Victor Saldanha, Head of Legal da Semantix e membro do conselho da ABRIA – Associação Brasileira de Inteligência Artificial e publicado pela Istoé Dinheiro,

“[...] felizmente o primeiro passo para ter uma visão orientada a dados é saber trabalhar com tecnologia – e já há soluções capazes de enriquecer, reunir e extrair visões desse volume de informações jurídicas. Por meio do uso de técnicas computacionais, como, por exemplo, machine learning, essas ferramentas fazem uma varredura nos tribunais de todo o país para obter todos os dados processuais e, principalmente, oferecer relatórios eficazes para os profissionais. Dessa forma, os advogados têm todas as informações necessárias para fazer a gestão de seu trabalho, analisar as características de cada ação e extrair indicadores determinantes para os próximos passos a serem tomados”.

Não há como negar que as soluções tecnológicas modificaram a forma de prestar serviços jurídicos. Além disso, o advogado online está mais criterioso, objetivo, analítico e flexível com o seu trabalho jurídico.

Esse perfil está mais adaptado à uma cultura data driven, que impõe constantes mudanças, tanto na forma de lidar com a tecnologia, como na maneira de trabalhar com o cliente.

“Hoje, quem não souber utilizar a tecnologia a seu favor e não tiver uma visão interdisciplinar para pensar em soluções inovadoras vai ficar pelo caminho”, diz Victor, que completa: “As soluções tecnológicas podem libertá-lo e apoiá-lo para exercer aquilo que é a principal razão de ser do Direito: pensar de forma racional e inovadora para tomar a melhor decisão para seus clientes.”

Quais as vantagens em adotar uma Cultura Data Driven nos escritórios de advocacia?

As vantagens em adotar uma cultura data driven nos escritórios de advocacia são: tomar decisões mais confiáveis, ter capacidade de predição, obter mais autonomia na rotina dos colaboradores, obter maior facilidade para gerar ROI positivo e reduzir custos. Confira!

Decisões mais confiáveis

Ao utilizar como base dados reais e concretos, o escritório de advocacia poderá contar com informações mais confiáveis durante a tomada de decisões. Ou seja, é possível ter mais segurança e expor a atuação profissional a menos riscos de exposição.

Capacidade de predição

A cultura data driven permite que o advogado aumente a sua capacidade de predição e melhore o seu planejamento estratégico. Mas o que isso significa?

Isso quer dizer que ele será capaz de reconhecer padrões e identificar tendências, ameaças e oportunidades a partir do cruzamento de dados. Além disso, esse método fornece ao advogado dados precisos para que ele possa utilizar nas estratégias. Ou seja, ele irá antecipar os seus movimentos e se preparar para possíveis adversidades.

Mais autonomia para os colaboradores

Uma das maiores dificuldades das empresas com modelo de gestão vertical é compartilhar as informações disponíveis entre os colaboradores e torná-los dependentes dos superiores. Isso torna os processos e as atividades mais burocráticas.

Por isso, se você deseja inaugurar uma gestão mais horizontal no seu escritório de advocacia, é hora de implementar uma cultura data driven. Através dela, será possível dar mais autonomia para a sua equipe, otimizar o tempo, melhorar a produtividade e tomar decisões mais assertivas, com base em dados.

Facilidade para determinar o ROI

Ao conseguir se antecipar diante do mercado e ter controle dos processos, será mais fácil calcular o Retorno sobre o Investimento. É comum que algumas empresas não consigam calcular essa métrica, por não terem informações completas.

Por isso que empresas orientadas pela cultura data driven sabem com exatidão quanto custou cada ação executada e quanto irão lucrar. Sem dúvidas, essas informações te ajudarão a direcionar as estratégias e reduzir os desperdícios.

Redução dos custos

Como foi dito anteriormente, a cultura data driven também auxilia na gestão de risco de escritórios de advocacia. Porém, é importante que você leve em consideração que essa tecnologia pode ser aliada a outros setores do seu negócio, como o financeiro.

Segundo estudo da Revista Harvard Business Review, 48,4% das organizações entrevistadas tiveram uma redução de 48,4% dos custos após implementar a cultura data driven. Ou seja, mais um motivo para você implementar estratégias com base em dados no seu escritório.

Como implementar uma cultura data driven no escritório de advocacia?

Para implementar uma cultura data driven no escritório de advocacia, é fundamental que você:

#1 Tenha um objetivo definido

Antes mesmo de desenvolver uma estratégia, é fundamental ter um objetivo bem definido. Sendo assim, pergunte-se quais as suas metas quando implementar uma cultura de dados em seu escritório.

Você pode querer expandir seu negócio, ter mais lucro ou melhorar a qualidade do seu serviço. Independente do que seja, identifique aonde quer chegar e coloque tudo no papel.

#2 Planeje a sua estratégia

Em seguida, planeje a sua estratégia e quais são as informações que a sua empresa precisa extrair. Dessa forma, utilize ferramentas que possam fortalecer o Big Data, bem como softwares jurídicos e sistemas que te ajudem na coleta de dados e posterior tratamento.

Isso te dará mais agilidade durante o processo de implementação da cultura driven. E como consequência, suas estratégias serão mais assertivas.

#3 Estimule uma cultura de dados na sua equipe

Você já deve saber a diferença que faz contar com uma equipe que conheça a importância da tecnologia jurídica e mineração de dados. Isso não deve ser subestimado ou esquecido.

E quando se trata de cultura data driven, ter profissionais engajados faz toda a diferença. Afinal, seus advogados e estagiários precisam entender que não terão as suas funções substituídas por uma máquina.

Por isso, implemente novas ideias, tenha abordagem multisetorial e ofereça treinamento e capacitação para utilização das novas ferramentas.

#3 Utilize relatórios gerenciais

É muito comum que os profissionais percam bastante tempo analisando os dados. Por isso, o uso de relatórios é fundamental para que o gestor jurídico possa analisar tudo o que for capturado pelos softwares.

Sendo assim, avaliar os resultados é fundamental para a cultura data driven. Estar em contato com as análises e tendências pode potencializar os resultados e te ajudar no planejamento de novas estratégias.

#4 Conte com o auxílio de plataformas confiáveis

Por fim, conte com o apoio de uma plataforma digital que te ofereça informações confiáveis, através de dashboards intuitivos. Assim, será possível embasar as suas argumentações jurídicas e conquistar o objetivo almejado.

A propósito, conheça a seguir os benefícios do Jusbrasil Insight e como embasar os seus processos de gestão a partir dessa ferramenta.

Adote uma visão mais analítica através com o Jusbrasil

O direito brasileiro está caminhando para algo exponencialmente novo. Sem dúvidas, o país já vive um momento no qual a digitalização no setor jurídico já permite a otimização e celeridade da tramitação judicial.

Por exemplo, segundo o Relatório Justiça em Números 2021, em 2020 houve uma ampliação da digitação do acervo e dos 90 tribunais brasileiros, 48 possuíam 100% do seu acervo já digitalizado. Da mesma forma, o TFR1 encerrou 2021 com aproximadamente 90% dos processos digitalizados, por exemplo.

Esse cenário revela uma situação extremamente interessante para o advogado: a possibilidade de utilizar esses dados para prestar melhores serviços.

Contudo, para que exista a efetividade na coleta, no armazenamento e processamento desses dados, é fundamental implementar uma cultura data driven no escritório. Por isso, considere investir numa solução, como o Digesto, uma empresa Jusbrasil.

A partir dessa ferramenta, será possível ter mais sucesso nas estratégias do que quando nos embasamos apenas no “feeling” e experiência do advogado. Com ela, você poderá:

  • Ser mais assertivo nas suas estratégias;
  • Ganhar mais tempo para colocar em prática ações importantes;
  • Receber informações que o seu escritório precisa;
  • Centralizar em um só lugar todos os dados e informações processuais de seu escritório.

Empresas orientadas por dados são mais criativas e capazes de agir com mais objetividade. E então, está pronto para aproveitar todas as vantagens que a era digital pode proporcionar ao seu escritório?

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Com ele, você:

  • acessa o acervo jurisprudencial mais completo do mercado, com decisões de mais de 560 sistemas de tribunais;
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